PROGRAMAS
O SR. MAJEIKA E O ÓRGÃO MÁGICO
Para órgão e narrador, esta é uma divertida e emocionante história infanto-juvenil, contada através da música e das palavras e enriquecida pelos efeitos sonoros do órgão. A personangem do Sr. Majeika pertence à conhecida série de livros de Humphrey Carpenter. O Sr. Majeika e o Órgão Mágico é uma obra do conceituado compositor britânico Bob Chilcott.
A versão que irão ouvir neste concerto inclui pequenas adaptações ao texto (traduzido a português) e à música original, realizadas pela organista Inês Machado, procurando manter o espírito da obra e tornar a narrativa mais próxima ao público.
Esperamos que esta viagem entre música, imaginação e magia proporcione a todos, miúdos e graúdos, um momento divertido e inesquecível.
DIÁLOGOS NO BARROCO
ARCANGELO CORELLI (1653-1713)
Sonata V em sol m, op. 12
Adagio, Vivace, Adagio, Allegro
GEORG FRIEDRICH HÄNDEL (1685-1759)
Sonata V em Sol M, HWV 363b
Adagio, Allegro, Adagio, Bourée, Menuetto
ANÓNIMO (séc.XVIII)
(manuscrito da Biblioteca Nacional, P-Ln DOD MS2)
Conçerto para Orgam
Allegro spirituozo, Andante, Presto
GEORG PHILIPP TELEMANN (1681-1767)
Sonata em Lá M, TWV 41
Adagio, Vivace, Cortesemente, Vivace
PEDRO LOPES NOGUEIRA (1686-c.1770)
Sonata VII
Sonata VIII
GEORG PHILIPP TELEMANN
Sonata em sol m, TWV 41
Adagio, Vivace, Grave, Allegro
O SOM E A COR: CAMINHOS DO BARROCO
GIROLAMO FRESCOBALDI (1583-1643)
Quinta Toccata sopra i pedali per l’organo, e senza.
Toccata Quarta - Per l’organo da sonarsi alla levatione (Il Secondo Libro di Toccate, 1627, 1637)
FR. DIOGO DA CONCEIÇÃO (?-1696)
Meio Registo de 2.º Tom Acidental
(Livro de Obras de Órgão juntas pela curiosidade de Fr. Roque da Conceição, 1695)
MANUEL RODRIGUES COELHO
(c. 1555-1635)
Terceiro tento do mesmo [primeiro] tom. (Flores de Música, 1620)
SEBASTIÁN AGUILERA DE HEREDIA (1561-1627)
Registo baixo do 1.º tom
PEDRO DE ARAÚJO (?-1707)
Phantasia de 1.º Tom (Livro de Obras
de Órgão juntas pela curiosidade de
Fr. Roque da Conceição, 1695)
DIETRICH BUXTEHUDE (1637-1707)
Canzona BuxWV 166. Fuga BuxWV 174
ANTONIO VALENTE(CA. 1520-1581?)
Lo Ballo dell’Intorcia
ORGANUM IN ORATIONEM
OLIVIER MESSIAEN (1908-1992)
III - “Desseins Éterneles” (excerto de "La Nativité du Seigneur")
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)
Prelúdio-Coral “Nun komm, der Heiden Heiland”, BWV 659
CHARLES-MARIE WIDOR (1844-1937)
IV - Moderato (excerto da Sinfonia n.º 9)
JOHANNES BRAHMS (1833-1897)
Prelúdio-Coral “Herzlich tut mich verlangen”, op. 122/10
DÉNIS BÉDARD (*1950)
Prelúdio e Tocata sobre "Victimae paschali laudes"
ZOLTÁN GÁRDONYI (1906-1986)
Partita sopra "Veni Creator Spiritus"
JOHANN SEBASTIAN BACH
Prelúdio-Coral “Wir glauben all an einen Gott”, BWV 680
OLIVIER MESSIAEN (1908-1992)
IX – “Dieu parmi nous” (excerto de "La Nativité du Seigneur")
CONTRASTES HARMÓNICOS
JEANNE DEMESSIEUX (1921-1968)
Te Deum, Op.11
Consolateur, Op.6, nº5 (das 7 Méditations sur le Saint-Esprit)
THIERRY ESCAICH (*1965)
Evocation II (1996)
JEANNE DEMESSIEUX (1921-1968)
Rorate Caeli (dos 12 Prelúdios-Corais sobre Temas Gregorianos, 1950)
FRANZ LISZT (1811-1886)
Fantasia e fuga sobre o coral «Ad nos, ad salutarem undam»
LAUDATE EUM IN TYMPANO, CHORDIS ET ORGANO
EUGÉNIO AMORIM (n. 1963)
Unsung - Piccolo Concerto para Órgão e Percussão * (2026)
- Adagio
- Un pò vivo
- Molto vivo
- Un pò vivo
- Molto sereno
- Vivo, ma sereno
EDWARD ELGAR (1857-1934)
Elegia para Cordas, op. 58
EDWARD ELGAR
Serenata para Cordas, op. 20
I. Allegro piacevole
II. Larghetto
III. Allegretto
FRANCIS POULENC (1899-1963)
Concerto em sol-menor para Órgão, Orquestra de Cordas e Tímpanos, FP 93
- Andante
- Allegro giocoso
- Andante moderato
- A Tempo, assez libre
- Tempo Allegro, molto agitato
- Très Calme. Lent
- Tempo de l’Allegro initial
- Tempo Introduction. Largo
*Estreia absoluta
INTÉRPRETES
INÊS MACHADO
Natural de Fátima, Inês Machado iniciou os estudos musicais aos oito anos, na classe de órgão de Margarida Oliveira, no Conservatório de Música de Ourém.
Na Escola Superior de Música de Lisboa obteve os diplomas de Licenciatura e Mestre em Ensino da Música, ramo órgão, sob orientação de João Vaz.
Frequentou diversas classes de aperfeiçoamento com personalidades nacionais e internacionais, como, António Esteireiro, Bernard Foccroulle, José González Uriol, Javier Artigas, Franz Josef Stoiber, Mauricio Croci, Pieter Van Dijk e Frank Van Wijk.
Tem-se apresentado a solo e em grupo por todo o País, destacando a sua participação no Festival Internacional de Órgão do Porto e Grande Porto, nos Concertos a Seis Órgãos na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, no Festival de Órgão do Algarve nas edições de 2018 e 2019, no VII Festival de Órgão da Madeira, nos Concertos de Órgão realizados na Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa, nos Ciclos de Órgão realizados nos órgãos históricos da cidade de Santarém, na 5ª edição da Rota dos Órgãos em Angra do Heroísmo, Açores, no I Ciclo de Órgão de Castelo Branco e no VII Ciclo de Órgão em Torres Vedras.
Na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco concluiu o Mestrado em Formação Musical e Classe de Conjunto.
Em Janeiro de 2016 lançou o livro infantil com CD intitulado “A Aldeia de Dó Mi Sol” e este ano lançou o seu segundo livro com o título “Harmonia na Quinta”.
É professora de Órgão, Formação Musical e Classe de Conjunto no Conservatório de Música e Artes do Centro, e organista titular na Igreja Paroquial de Fátima.
RAQUEL CRAVINO
Nasceu na cidade da Covilhã. Iniciou-se na música aos cinco anos de idade no Conservatório Regional de Música da Covilhã em piano e ballet. Sob a orientação do Professor António de Oliveira e Silva, estudou violino na EPABI. Em 2002 obteve o diploma de Licenciatura na ANSO (Violino), na classe da Professora Ágnes Sárosi. Foi bolseira do fundo de apoio ao estudante, da Câmara Municipal da Covilhã e da Associação Música – Educação e Cultura.
Realizou diversos cursos de aperfeiçoamento de violino e de música de câmara com Manuel Teixeira, Sergey Kravchencko, Angelique Loyer, Gerardo Ribeiro, Augustin Dumay, Boris Kuniev, Jan Dobrelevsky, Vladimir Ovcharech, James Dahlgren, Gilles Apap, Alexandre da Costa e na pedagogia do violino com Bogumila Burfin, Gwendolin Masin e Joyce Tan.
O seu interesse pela música antiga levou-a a aperfeiçoar os conhecimentos no violino barroco, frequentando masterclasses com Enrico Onofri, Enrico Gatti, Richard Gwild, Francesca Viccari e em música de câmara com Vittorio Ghielmi e Alfredo Bernardini.
Como freelancer, tem realizado concertos regulares com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa e o Ensemble MPMP. Igualmente, tem mantido uma participação em variados projetos artísticos de música antiga – Divino Sospiro, Os Músicos do Tejo, Orquestra Concerto Ibérico, Ensemble La Nave Va, Flores de Música, Orquestra Barroca da Casa da Música, Orquestra D’Aquém Mar e Orquestra Barroca de Mateus. Neste âmbito, já marcou presença em diversas salas na Europa e nos continentes Asiático e Africano.
Dedica-se ao ensino desde 2006 como docente de violino na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional. Os seus alunos têm sido laureados em diversos concursos nacionais e internacionais, bem como sido admitidos em instituições nacionais e europeias do ensino superior de música. É regularmente convidada a orientar workshops e masterclasses. Entre 2002 e 2016, lecionou na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo e no Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa.
É Mestre em Pedagogia do Instrumento, pela ANSO / Universidade Lusíada de Lisboa, sob a orientação do Professor Aníbal Lima. É membro fundador do Quarteto Arabesco e do Ensemble Atena.Em Julho de 2019 foi selecionada para a Juilliard Piccola Accademia, onde teve oportunidade de trabalhar com Robert Mealy e Elizabeth Blumenstock e de música de câmara com Sandra Miller, Phoebe Carrai, Dominic Teresi e Béatrice Martin.
Enquanto intérprete, foi admitida a participar em dois seminários na Fundação Cini (Itália) sob a direção de Pedro Memelsdorff: um sobre o compositor Veneziano Antonio Caldara, orientado por Amandine Beyer (2020) e, em 2024, sobre Johann Adolf Hasse orientado por Vivica Genaux.
Em 2022, concluiu o Mestrado em Música na Escola Superior de Música de Lisboa, especializando-se em violino barroco com o professor Benjamin Chénier. No âmbito deste mestrado, e sob a orientação do Professor Doutor Pedro Couto Soares, defendeu o projeto de investigação sob o título Aspetos históricos e interpretativos da “Sonata à violino e Basso Sopra Lo Stile Che Suona Il Prette Dalla Chitarra Portoghese”, bA4, de Giuseppe Tartini.
Obteve um bolsa de mobilidade Erasmus para realizar um estágio na Amsterdam University of the Arts, sob a orientação do violinista Shunske Sato.
ANDRÉ FERREIRA
Iniciou os seus estudos de órgão com António Esteireiro no Instituto Gregoriano de Lisboa, continuando posteriormente com Jos van der Kooy no Conservatório de Haia. É licenciado em Órgão pelo Conservatório de Amesterdão, onde estudou com Jacques van Oortmerssen, tendo igualmente a oportunidade de trabalhar com Pieter van Dijk. Concluiu os mestrados em performance e em ensino de música da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), sob a orientação de João Vaz. É doutorado em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova.
Frequentou o mestrado em Oboé Barroco com Pedro Castro, na ESML. Como solista ou integrado em diversos agrupamentos musicais já efetuou recitais em Portugal, Espanha, França, Itália, Holanda, Inglaterra e Nova Zelândia. Fundou juntamentecom Maria Bayley e Teresa Duarte o Ensemble 258, com quem igualmente organizou e produziu o ciclo de música antiga “7 Colinas / 7 Cantatas” em Lisboa.
Colabora como organista, em Lisboa, com a Paróquia de S. Tomás de Aquino e com a Paróquia de Santa Maria de Belém, Mosteiro dos Jerónimos.
Lecciona a disciplina de Órgão no Conservatório de Mafra.
É licenciado em Matemática Aplicada e Computação pelo Instituto Superior Técnico.
CÉLIA TAVARES
Concluiu o curso de Órgão na Escola de Música do Conservatório Nacional (2005). Frequentou o curso de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, estudando simultaneamente Clavicórdio (2002-2005). Licenciou-se em Órgão na Escola Superior de Música de Lisboa em 2008. Terminou o curso de Mestrado em Música, especialização em Órgão, na Universidade de Évora em 2010. Estudou Interpretação Histórica - Órgão na Hochschule für Künste Bremen na Alemanha entre os anos de 2010 e 2012 tendo sido simultaneamente bolseira pela Universidade de Évora. Foi aluna convidada em 2011 na Eastman School of Music nos Estados Unidos. Concluiu em 2017 o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.
Foi professora no Conservatório Regional de Artes do Montijo, na Escola Profissional do Montijo e no Conservatório de Música e Artes do Centro. Tem-se apresentado em recitais a solo, com orquestra e com agrupamentos vocais/instrumentais em Itália, Alemanha e Estados Unidos e, em vários ciclos e festivais do país. Foi convidada pelo Instituto Camões e pelo Consulado-Geral de Portugal em Manchester para realizar um recital de órgão na Catedral desta cidade, no âmbito das celebrações do dia 10 de Junho de 2018. Entre 2016 e 2018 foi convidada para realizar recitais comentados com o intuito de valorizar o património organístico e artístico do concelho de Mafra. Foi diretora artística do Ciclo In’Musica no ano de 2019, ciclo dedicado à música barroca realizado no Palácio de Mafra. Sob a alçada do Turismo do Patriarcado de Lisboa/Signinum, foi organista no projeto Lunchtime Recitals (2017-2020) na Igreja da Conceição Velha em Lisboa, na qual realizou recitais comentados contemplando a vertente pedagógica, na qual abordava o funcionamento organológico do órgão e do seu repertório, tanto português como internacional, em diversos contextos históricos. Foi organista-titular na Igreja de São Sebastião da Pedreira em Lisboa (2015-2023). Colabora com a Orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro Nacional de São Carlos. Encontra-se neste momento a realizar doutoramento em Ciências Musicais Históricas na Universidade Nova de Lisboa como bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia. É docente no Conservatório Regional de Castelo Branco.
DANIEL RIBEIRO
Estudou piano sob a orientação de Anne Marie Soares no Conservatório de Música do Porto e teve aulas particulares de órgão com Rosa Amorim.
Concluiu o Mestrado em Música Sacra na Universidade Católica Portuguesa, estudando Órgão e Improvisação com Giampaolo Di Rosa, Composição com Eugénio Amorim, Música de Câmara com Cesário Costa e Direção Coral com Barbara Franke.
Obteve o Mestrado em Performance Musical na Hochschule für Musik und Tanz Köln (Alemanha) com Winfried Bönig, e um mestrado em Ensino da Música na Universidade Católica Portuguesa.
Atua regularmente como músico solo ou integrando diversos grupos instrumentais, participando em festivais e ciclos de música para órgão em Portugal e no estrangeiro. Exerce a sua atividade docente no Conservatório de Música de Barcelos e na Escola de Música de São Frutuoso em Braga.
Desde 2022 tem vindo a realizar um ciclo de concertos, no qual interpreta a obra integral de J. S. Bach para órgão em várias igrejas do norte do país.
BEATRIZ RESENDES
Natural de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, com o professor António Esteireiro, onde concluiu o secundário de Música.
A nível musical destaca-se a participação no Festival de Órgão de Haarlem em 2012, como Young Talent, onde participou nas masterclasses de Margaret Phillips e Olivier Latry.
Em 2013 ganhou o 1º prémio do concurso Nacional de órgão do Conservatório de Música de Ourém e Fátima.
Como solista apresentou-se em recitais na Sé de Lisboa, na Igreja de Nossa Senhora do Cabo, nos ciclos de concertos do Mosteiro dos Jerónimos (2012 e 2013), no Festival de Órgão do Algarve (2020), no Ciclo de Órgão da Igreja de Santo António (2024) e de Paço d’Arcos (2026), bem como nos Festivais de órgão de Mafra, de S. Vicente de Fora e da Madeira (2025).
Em 2017, terminou a licenciatura em órgão na ESML, na classe de João Vaz.
De 2022 a 2025 colaborou como organista nas igrejas de S. Vicente de Fora e de S. Roque.
É licenciada em Física pela FCUL.
ANDRÉ PÉREZ
Iniciou os seus estudos musicais na Argentina de onde é natural. Em 2001 ingressou na Escola Profissional de Música de Espinho no Curso de Percussão, onde esteve sob orientação dos professores Rui Sul Gomes, Nuno Aroso, Helena Pereira, Pedro Oliveira e Joaquim Alves e é licenciado em Ensino de Música pela Universidade de Aveiro, tendo sido orientado pelo professor Mário Teixeira.
Frequentou vários workshops e masterclasses orientados por Emmanuel Séjourné (França), Miguel Bernat (Espanha), George Ellie Octors (Bélgica), Machume Zango (Moçambique) e Nicholas Perazza (Uruguai), entre outros. Colabora com várias orquestras, nomeadamente com a Orquestra Clássica do Centro (Coimbra) e Orquestra Filarmonia das Beiras (Aveiro). Acompanhou solistas como Mark Ford (EUA), Pedro Carneiro (Portugal) e Ching Cheng Lin (Taiwan), Miguel Cruz (México), entre outros.
Pertence aos projetos Simantra Grupo de Percussão e Ósmavati Klezmer Band, integrando variados projetos, a solo e variadas formações, de âmbito erudito e popular, de coletivo variável. Apresentou-se em vários festivais conceituados, nacionais e internacionais, destacando-se Festival da Primavera (Viseu), Tomarimbando (Tomar), Festival Internacional de Percussão de Portimão, Groove Alentejo, Festival de Percusion da Patagónia (Argentina), Festival de Percusion e Marimbistas de Tabasco (México), International Percussion Ensemble Week (Croácia) e XVI BUMfest - Festival Internacional de Percussão (Eslovénia).
Com Simantra GP, em 2022 lançou o disco intitulado “Mil Pedaços”, um trabalho que resulta da parceria com o compositor e pianista Luís Figueiredo, tendo o mesmo sido apresentado em várias salas nacionais.
Estreou a peça a solo, A Observação do Tempo, para caixas, eletrónica e voz, de Carlos Alberto Augusto, tendo tido a oportunidade de a interpretar no IV Festival Criasons, no Cine-Teatro Paraíso (Tomar), no Auditório da Biblioteca de Marvila (Lisboa), no Teatro Garcia Resende (Évora) e no Centro de Cultural e Congressos (Caldas da Rainha).
Leciona na Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, onde desempenha funções de adjunto de direção, e na Escola de Música da Filarmónica Gafanhense.
Enquanto elemento do Simantra GP é artista Adams, Mike Balter, Sonor, Sabian e endorser da Castanheira - Só Música e Percustudio e faz parte da direção artística do DrumDão - Festival Internacional de Percussão, que se realiza em Santa Comba Dão.
BRUNO CÂNDIDO
É o Diretor Artístico e Maestro Titular da Sinfonietta de Castelo Branco, da Orquestra de Jovens de Castelo Branco e Maestro Titular das Orquestras de Sopros e Sinfónica, do Conservatório Regional de Castelo Branco, onde leciona também a disciplina de Trompete.
Realizou a sua formação na Academia de Música de Castelo de Paiva, Escola Profissional de Música de Espinho e Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Frequentou, em 2018, a pós-graduação do PSDO – Programa Superior de Direção de Orquestra com o maestro George Pehlivanian, no Centro Superior Gurska, Madrid e, em 2019, foi aceite no mestrado em direção de orquestra na mesma instituição. Estudou, ainda, com Osvaldo Ferreira, com quem trabalhou como assistente, Jean Sebastian Bereau, Cristobal Soler, António Vassalo Lourenço e Ernst Schelle, no mestrado em direção de orquestra na Universidade de Aveiro, onde também estudou direção coral com Vasco Negreiros.
Complementou ainda a sua formação na área da direção de orquestra em cursos e masterclasses com professores e maestros como Ricardo Averbach, Pascual Vilaplana, Mark Heron e com Jukka Peka Saraste, na Lead Fundation. Em 2017 foi um dos jovens maestros selecionados para participar nas masterclasses de direção de orquestra da Barcelona Conducting Academy, com Lior Shambadal. Colaborou com a Orquestra do Festival Internacional de Viana do Castelo/ EUA, Orquestral das Escolas de Música da Beira Interior, Orquestra de Sopros da Escola Profissional de Artes da Beira Interior, Orquestra de Cordas do DECA, Coro do Conservatório Profesional de Plasencia, Coro Geral da ESART,
Orquestra Clássica do Centro, Orquestra da Companhia Portuguesa da Ópera, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, João Roiz Ensemble, Síntese Grupo de Música Contemporânea, entre outros.
Do seu repertório constam estreias absolutas de obras de alguns dos mais destacados compositores nacionais, como António Vitorino d’Almeida, Duarte Silva, João Ferreira, Hugo Vasco Reis, Paulo Jorge Ferreira, Sara Carvalho,Sérgio Azevedo, Gonçalo Lourenço, entre outros. Apresentou-se em concerto com artistas e solistas como Viviane, João Manuel Vieira, Paulo de Carvalho, Gonçalo Pescada, Dianal Botelho Vieira, Saúl Picado, Luís Carvalho, Ivan Monighetti, António Rosado, Mischa Maisky, Pedro Meireles, Carlos Alves, Ana Maria Ribeiro, Ana Ferraz, Ivan Dejanovic, Michalis kontaxakis, Ana Beatriz Manzanilla, Calogero Palermo, Florent Héau, Roman Widaszek, entre outros.
Gravou para a Editora Numérica e para
a Radiodifusão Portuguesa Antena 2.
É, desde Setembro de 2025, membro da direção pedagógica do Conservatório Regional de Castelo Branco.
JOSÉ CARLOS OLIVEIRA
José Carlos Oliveira iniciou os seus estudos musicais como autodidata, assumindo aos treze anos de idade a posição de organista e, quatro anos mais tarde, a de diretor do Coro da Igreja de S. José Operário (Castelo Branco).
Entre 1991 e 1994, estudou Órgão com João Paulo Janeiro, Antoine Sibertin-Blanc e Rosa Amorim. Foi aluno de Direção Coral do 1º Curso Nacional de Música Sacra, realizado pelo Santuário de Fátima e Secretariado Nacional de Música Sacra, sob a tutela de Hubert Velten. Em consequência do trabalho aí desenvolvido foi convidado a prosseguir estudos na Escola Superior de Música Sacra de Regensburg (Alemanha), onde ingressou em 1994 como bolseiro da Fundação Geiselberg de Munique e Diocese de Regensburg, na classe de Franz Josef Stoiber, organista titular da Catedral daquela cidade.
Foi professor-assistente no 2º Curso Nacional de Música Sacra. Obteve Menção Honrosa no Concurso de Jovens Organistas, realizado em Leiria em 1997.
Em julho de 1999 concluiu o Curso Superior de Música Sacra, na Escola Superior de Música Sacra de Regensburg (Alemanha) e, em julho de 2000, a Licenciatura em Pedagogia Musical para a disciplina de Órgão, atribuída pela Escola Superior de Música de Munique.
Complementou a sua formação assistindo a master classes de organistas de renome como Michael Radulescu, Wolfgang Seifen, Zsigmond Szathmáry, Jon Laukvik e Hans-Ola Ericsson.
Foi, entre 2002 e 2008, professor de Órgão no Conservatório de Música de Coimbra e entre 2005 e 2024 docente da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco.
Atualmente leciona Órgão e Classes de Conjunto no Conservatório Regional da de Castelo Branco, é organista titular do Órgão Willis/Schulte (1928/2013 – 29/II) da Paróquia de S. José Operário (Castelo Branco) e diretor artístico do Organum Concentus – Ciclo de Órgão de Castelo Branco, que se encontra na sua terceira edição.
Além de docente e intérprete, desenvolve atividade compositiva, com ênfase no âmbito da música sacra e arranjo musical.
SINFONIETTA DE CASTELO BRANCO
É uma orquestra de carácter semiprofissional sediada na cidade de Castelo Branco, Portugal, fundada em 2022. Integra músicos profissionais e alunos da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) e do Conservatório Regional, num total de 35 elementos. O maestro Bruno Cândido é o mentor do projeto que teve o acolhimento e apoio da Câmara albicastrense.
A Orquestra tem uma atividade regular e uma programação própria. Tem por objetivos fazer ciclos de música nas freguesias, promover um concurso nacional de jovens instrumentistas, bem como concertos de família.
A Sinfonietta surge como resultado de um trabalho que já vinha sendo feito pela Orquestra de Jovens de Castelo Branco, ligada ao Conservatório Regional.
Detalhe da consola do instrumento
